Nosso principal objetivo é elaborar " PROTOCOLOS DE CONSENSO " das estratégias terapêuticas, com a finalidade de " REGULAMENTAÇÃO " no Conselho Federal de Medicina ou nos Conselhos de Classe Competentes.
Em estudo duplo cego ,randomizado e placebo controlado , 47 jovens mulheres apresentando displasia cervical moderada que estavam tomando pílulas anticoncepcionais por pelo menos 6 meses , rceberam 10 mg de folato ou placebo.Após 3 meses as biopsias cervicais mostraram significante melhora somente no grupo folato.A displasia desapareceu completamente em 7 mulheres que receberam folato,enquanto 4 delas sob placebo mostraram progressão para carcinoma in situ .
Butterworth CE Am J Clin Nutr 35:73-82,1982.
II- Displasia cervical e Vitamina A
Baixa ingestão de betacaroteno (pró vitamina A) se associa com elevado risco de displasia cervical.
Romney SL Am J Obstet Gynecol 141(8):890-4,1981
Estudando um grupo de 87 casos com citologia utero cervical anormal e 82 controles de mesma idade,raça,número de gestações e estado econômico ,concluiu-se que os casos de displasia grave ou de carcinoma-in-situ eram aqueles que apresentavam a mais baixa ingestão de vitaminaA e ou de betacaroteno(p<0.05 e p<0.025).O risco de displasia cervical grave ou de carcinoma-in-situ é 3 vezes maior nas mulheres com baixa ingestão destes nutrientes.
Wylie-Rosett JA Nutr Cancer 6(1):49-57,1984.
III-Displasia cervical e Selênio
A deficiência de selênio se correlaciona com aumento de risco de cancer epitelial. Prasad K Ed. Vitamins,Nutrition and Cancer New York ,Karger,1984.
IV-Displasia cervical e Vitamina C.
Baixa ingestão de vitamina C da dieta está associada com aumento do risco de displasia cervical e carcinoma-in-situ.
Romney SL Am J Obstet Gynecol 141(8):890-4,1981.