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Biblioteca de Doenças

Espondilite Anquilosante
Dr. Genésio da Veiga
Novo Tratamento Imunoestimulante

Doença crônica , com inflamações progressivas na coluna vertebral, cuja calcificação produz soldaduras, com limitação e incapacidade cada vez maior dos movimentos.

É mais freqüente nos homens iniciando muitas vezes na adolescência, atinge incidência máxima dos 20 aos 30 sendo raro o começo após os 40 anos. São comuns as inflamações intestinais ou urogenitais demonstrando diminuição da imunidade.

Inicia-se lentamente com febrícula, perda do apetite, emagrecimento e moleza. O principal sintoma é a dor lombar insidiosa que melhora com os movimentos e aumenta nos períodos de repouso, principalmente de madrugada ou ao acordar com rigidez matinal. Pode irradiar para a virilha e face posterior das coxas simulando ciática, intensificando-se após algum esforço ao tossir ou espirrar. Existem períodos variáveis de regressão cada vez mais curtos até a dor se tornar constante com diminuição da mobilidade lombar: anterior, posterior e laterais. Os processos inflamatórios nas sacro-ilíacas e inserções dos ligamentos são progressivos, a rigidez e espasmos musculares paravertebrais inclinam o tronco para frente com zonas de calcificação nas inserções tendinosas. A dor lombar é progressiva com perda da lordose lombar. O uso de bengala facilita a posição erecta e a locomoção se faz sem flexionar as grandes articulações. Existe infiltrado inflamatório mononuclear nas sacro-ilíacas com erosão nas suas bordas, redução do espaço articular e fusão.

A inflamação atinge de maneira progressiva as inserções ligamentosas e tendinosas no calcanhar e nas coxofemurais com calcificações e esporões. A Evolução da Espondilite Anquilosante é ascendente, chega a coluna toráxica provocando além da dor a localização nas articulações costo-externais e costo- vertebrais diminuindo a capacidade respiratória pela dificuldade da movimentação dos músculos toráxicos e projeta o tronco para adiante. Atinge depois a coluna cervical com dor, rigidez e inflamação das articulações interapofisárias e dos ligamentos com calcificação e fusão, a cabeça permanece arqueada para frente sem movimentos, com perda da lordose fisiológica. A rigidez com inclinação do tronco, fazendo curvatura para adiante, a soldadura da cervical com a cabeça rígida para frente e para baixo, obrigam a flexionar os joelhos para elevar a cabeça e ampliar o campo visual, para possibilitar o caminhar modificando-se a postura, ficando numa posição comparável à dos esquiadores.

Nas articulações periféricas, as inflamações na membrana sinovial são semelhantes as da Artrite Reumatóide. Qualquer articulação pode ser lesada apresentando dor, edema, calor e limitação dos movimentos embora exista maior incidência nos joelhos, tornozelos e coxofemurais que obrigam o paciente a caminhar com pequenos passos. As manifestações em vários órgãos podem surgir antes das manifestações articulares, sendo porém mais comuns durante a sua evolução. As mais freqüentes são as lesões do aparelho ocular com uveíte anterior, apresentando durante algum tempo dor, fotofobia e lacrimejamento, às vezes o primeiro sintoma da doença.

Nos pulmões forma-se fibrose apical e diminuição da capacidade respiratória com tosse e falta de ar.

As manifestações cardíacas com pericardite, miocardite e alterações da condução no eletrocardiograma.

No aparelho urogenital constata-se prostatite e insuficiência renal progressiva geralmente em conseqüência dos medicamentos usuais.

As manifestações neurológicas decorrem das lesões vertebrais destrutivas provocando compressões com inflamação ocasionando dor localizada e a Síndrome da Cauda Eqüina processo inflamatório com dor nas faces internas das coxas e pernas e incontinência fecal e urinária.

As inflamações da Espondilite Anquilosante lesam de maneira progressiva as articulações sacro-ilíacas sendo importante para o diagnóstico e acompanhamento da evolução. São geralmente simétricas com afastamento da interlinha articular, esclerose óssea, erosões, redução do espaço articular, evoluem para anquilose com fusão articular. Principalmente na região lombar os ligamentos apresentam processos inflamatórios nas inserções com áreas de calcificação. As inflamações atingem o disco intervertebral e a periferia do anel fibroso que se estende à outras vértebras e a cicatrização por fibrose e calcificação une os corpos vertebrais formando Sindesmófitos. A calcificação dos ligamentos longitudinais anteriores e posteriores, em qualquer região da coluna vertebral, determina total soldadura formando a "Coluna em Bambu."

A inflamação da borda anterior da vértebra torna a superfície plana ficando a "Vértebra Quadrada".

 



TRATAMENTO

Preconizamos o tratamento pela IMUNOESTIMULAÇÃO com a VACINA ANTIBRUCÉLICA para eliminar as inflamações e os sintomas decorrentes, principalmente as dores, conforme detalhes do INFORME II- VACINA ANTIBRUCÉLICA. É muito importante o diagnóstico precoce para começar o tratamento antes das calcificações e soldaduras, lesões irreversíveis para melhorar a qualidade de vida.

O paciente deve colaborar seguindo as indicações e os esquemas de doses apropriadas, quando houver angústia, depressão, irritabilidade e outros sintomas causados pelo sofrimento e pela incerteza demonstrar a eficiência do tratamento com a possível regressão dos sintomas É conveniente corrigir a obesidade, evitar o uso do álcool e do fumo, deitar em colchão duro em posição reta, sem travesseiro para não flexionar a cabeça. É necessário associar a Fisioterapia com calor profundo para diminuir as contrações e espasmos musculares provocando relaxamento, redução da rigidez, e aumento da elasticidade com exercícios terapêuticos orientados para fortalecer os músculos que se opõem a direção das deformidades. É necessário desenvolver a musculatura paravertebral e cervical, como também aumentar os movimentos de distensão da coluna lombar, coxo-femurais, flexão lateral, expansão toráxica e exercícios aeróbicos.

Deve ser evitado o repouso prolongado (sentar ou deitar), preferindo-se atividades de lazer e profissionais que façam movimentos usando amplitude máxima permitida pelas articulações, precedidas de calor. É aconselhável a natação com alongamento, em piscina aquecida para relaxamento muscular, aproveitando-se para intensificar os movimentos respiratórios, sendo o nado de peito o mais indicado.

COM A VACINA ANTIBRUCÉLICA ELIMINAMOS AS INFLAMAÇÕES, SUPRIMIMOS AS DORES, IMPEDIMOS O AUMENTO OU A FORMAÇÃO DE NOVAS CALCIFICAÇÕES E A REGRESSÃO DAS INICIAIS, MELHORAMOS A CAPACIDADE DE TRABALHO E DIMINUÍMOS O SOFRIMENTO DOS PACIENTES.

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