A Medicina Biomolecular foi regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina na Resolução 1500/1998 e homologada na Resolução 1938/2010 com a assessoria da Associação Brasileira de Medicina Biomolecular.
Biblioteca de Nutrientes

Índice:

Água

Água rica em hidrogênio  protege contra lesão hepática em ratos com icterícia obstrutiva

Água rica em hidrogênio por inalação.  A inalação do gás hidrogênio funcionando como poderoso antioxidante suprime a lesão hepática provocada por isquemia - reperfusão

Água rica em hidrogênio.  Água reduzida por eletrólise protege DNA,RNA e proteínas da lesão oxidativa

Água rica em hidrogênio atenua lesão pulmonar provocada por isquemia intestinal

Água rica em hidrogênio. Inalação do gás hidrogênio (2%) melhora a sobrevida de inflamação generalizada provocada por zimosan : Seria eficaz na falência de múltiplos órgãos em pacientes de UTI?:

Água rica em hidrogênio. Hidrogênio molecular atenua a nefrotoxicidade provocada pela cisplatina sem comprometer a atividade anti-tumoral

Água rica em hidrogênio. Inalação de água rica em hidrogênio previne o aparecimento de pneumonite provocada pela radioterapia

Água rica em hidrogênio . Hidrogênio molecular um potente agente antioxidante com efeitos antiinflamatório, anti-apoptótico e anti-alérgico

Água rica em hidrogênio. Hidrogênio possui efeito antioxidante

Água rica em hidrogênio. Inalação do gás H2 protege sepse polimicrobiana reduzindo estresse oxidativo e liberação de HMGB1(High-mobility group protein B1)

Água rica em hidrogênio. Inalação de hidrogênio molecular suprime colite induzida por sulfato de sódio: aumenta o peso e  diminui IL-1beta, TNF-alfa,  IL-12 e infiltração de macrófagos na lesão do colon

Água rica em hidrogênio mais N-acetilcisteína (NAC)  suprime estresse oxidativo e a conseqüente  angiogênese após queimadura da córnea por alcalinos

Água rica em hidrogênio melhora a memória em modelo beta-amiloide de doença de Alzheimer por redução do estresse oxidativo

Água rica em hidrogênio  melhora o perfil lipídico e o metabolismo da glicose no Diabetes mellitus  tipo-2.

Água rica em hidrogênio pode ser usada no tratamento da intoxicação por  Monóxido de carbono (CO)

Água rica em hidrogênio. O Hidrogênio molecular reduz o estresse oxidativo e  melhora a função mitocondrial

Água rica em hidrogênio possui efeito anti-diabético no diabetes murino induzido por estreptozotocina e no camundongo diabético geneticamente

Água rica em hidrogênio previne a formação de radical superóxido no cérebro deficiente em vitamina C

Água rica em hidrogênio previne aterosclerose em modelo murino  de aterosclerose espontânea (camundongo sem apolipoproteina E) : diminui o estresse oxidativo na parede da aorta, o acúmulo de macrófagos nas lesões ateroscleróticas e o número de lesões ateromatosas

Água rica em hidrogênio produzida por eletrolise neutraliza radicais livres de oxigênio e protege o DNA da lesão oxidativa

Água rica em hidrogênio protege as células beta do pâncreas no camundongo geneticamente diabético: reduz a glicemia, aumenta os níveis de insulina, melhora a tolerância á glicose e preserva a massa de células beta.

Água rica em hidrogênio protege contra lesões da isquemia-reperfusão intestinal: diminui diamino-oxidase , TNF-alfa, IL-1beta  e IL-6 no soro, MDA, proteínas carbonil e mieloperoxidase tissular

Água rica em hidrogênio protege o cérebro da lesão por isquemia-reperfusão: aumenta neurônios sobreviventes, diminui NF-kappaB, TNF-alfa e IL-6 (diminui inflamação), diminui MDA (diminui estresse oxidativo) e diminui caspase-3 (diminui apoptose).

Água rica em hidrogênio protege o coração dos efeitos da radiação ionizante: diminui MDA  e 8-OHdG (8-hidroxideoxiguanosina) e aumenta antioxidantes endógenos no miocárdio 

Água rica em hidrogênio reduz estresse oxidativo e inflamação em modelo murino de substância amilóide-beta induzindo doença de Alzheimer por inibir JNK e NF-kappaB e IL-1beta no cérebro

Água rica em hidrogênio. Inalação de hidrogênio molecular suprime colite induzida por sulfato de sódio

Água rica em hidrogênio protege contra  lesão da isquemia-reperfusão  miocárdica: diminui MDA no plasma e miocárdio, diminui apoptose das miofibrilas , diminui 8-hidroxiguanosina na área peri-infarto e diminui tamanho do infarto

Água rica em hidrogênio. Síndrome metabólica melhora com a ingestão de água alcalina rica em hidrogênio feita com magnésio metálico sem a necessidade de mudança no estilo de vida: aumenta a geração da enzima superóxido dismutase , diminui metabolitos dos radicais livres no sangue, aumenta HDL e diminui o colesterol total/HDL

 Historia Natural do Oxigênio

 

Oxigênio

Aminoácidos

Histidina
Leucina
Isoleucina
Valina
Lisina
Metionina
Fenilalanina
Taurina
Treonina
Triptofano

Ácido Graxo essencial

Ácido linoleico

Vitaminas

Clique aqui e saiba quais os problemas que as deficiências de vitaminas e sais minerais acarretam no seu corpo e tome uma decisão

Sais minerais:

Arsênico
Boro
Cálcio
Cobalto
Cobre
Cromo
Enxofre
Ferro
Flúor
Fósforo
Iodo
Lítio
Magnésio
Magnésio em Geriatria
Magnésio na Medicina de Emergência
Manganês
Molibdênio
Niquel
Potássio
Selênio
Silício
Sódio
Vanádio
Zinco

Outros

Ácido lipóico
Bioflavonóides (rutina, hesperidina, quercetina)
Nutrientes essenciais
Oligoelementos
Deficiência de Vit. B1, B2 e B3, alimentos ricos nestes nutrientes

Fitoquímicos nas "nuts"

 

 

BORO

O Boro (Bo) é um micronutriente que foi considerado essencial ao homem em 1981. Na deficiência de boro ocorre uma diminuição dos hormônios femininos e masculinos que pode ser corrigida com a suplementação de boro. Na menopausa, a deficiência de boro acarreta uma diminuição da calcificação óssea agravando a osteopenia e a osteoporose. Além disso, estudos mostram a diminuição da performance intelectual nos quadros de deficiência de boro. A reposição com boro contribui para a melhora da artrite e graças à diminuição do número de plaquetas, diminui a incidência de tromboses.

 

CÁLCIO

O cálcio é o mineral mais abundante nos seres humanos. Mais de 99% do cálcio corpóreo está localizado nos ossos. O cálcio presente fora do esqueleto tem uma papel essencial na manutenção de estruturas vitais como: condução do impulso nervoso, contração muscular, coagulação do sangue e permeabilidade da membrana celular, além de atuar em diversas atividades enzimáticas e influenciar a secreção de diversos hormônios. O cálcio também participa na proteção do organismo contra infecções, toxinas e substâncias estranhas.

Baixos níveis de podem refletir dietas com deficiência de cálcio, má absorção intestinal, deficiência de vitamina D e de boro ou excesso de fósforo.

Como o cálcio está envolvido em inúmeros processos metabólicos, a deficiência de cálcio pode se manifestar de diferentes formas: cãibras musculares, dor músculo-esquelética, cólicas menstruais e osteoporose. A deficiência de cálcio agrava a hipertensão arterial e tem sido associada com uma maior incidência de câncer do cólon intestinal.

O baixo aporte de cálcio na criança pode causar o raquitismo, uma vez que nessa fase da vida os ossos estão em intenso processo de remodelação e as necessidades de cálcio são aumentadas devido ao processo de crescimento. Estudos realizados em diversos países tem demonstrado uma ingesta de cálcio insuficiente a boa formação dos ossos em crianças e adolescentes, sendo que o problema é ainda mais grave no sexo feminino. Um estudo Americano mostrou que 60% das crianças menores de 5 anos e 40% entre 6 e 11 anos tinham uma alimentação com teor de cálcio insuficiente a boa formação óssea.

O cálcio presente fora do esqueleto tem uma papel essencial na manutenção de estruturas vitais do organismo. Os primeiros sinais da deficiência de cálcio na infância se manifestam no sistema nervoso: a criança se torna assustadiça, intranqüila, irritável, com sono escasso, sudorese abundante no segmento cefálico. Além disso pode apresentar crescimento pondero estatural diminuído, palidez e emagrecimento. A criança pode apresentar um atraso no desenvolvimento motor, força muscular diminuída, debilidade dos músculos abdominais podendo apresentar hérnia umbilical e constipação intestinal. O cálcio também participa na proteção do organismo contra infecções e intoxicações.

Alimentação: evitar alimentos contendo fósforo em excesso: refrigerantes e enlatados. Aumentar a ingesta de leite e seus derivados, algas, amêndoas, lentilha, tofu, e folhas verdes.

  • Am J. Med 1991, 90: 170 - 210.
  • Pediatric Clin North Amer. 1995, 42 (4): 881-825.

Bibliografia

1 - J. Nutr. 1990, 120; 1470-1473.

 

 

COBALTO

Os seres humanos absorvem cobalto (Co) como cobalto inorgânico ou como cobalto da vitamina B12. O cobalto inorgânico não pode ser utilizado pelo organismo na síntese de vitamina B12. A única função orgânica associada ao cobalto até o momento é a sua função na vitamina B12. Níveis baixos de cobalto nos cabelos podem significar uma diminuição de cobalto inorgânico, sem significado clínico até o momento, ou uma deficiência de vitamina B12.

A diminuição da vitamina B12 é encontrada nos vegetarianos, nos casos de hipocloridria gástrica e de insuficiência pancreática.

A deficiência de vitamina B12 causa fadiga crônica, falta de resistência física, perda de sensibilidade, depressão mental, parestesia, anemia ou macrocitose.

Alimentação: produtos de origem animal são boas fontes de vitamina B12.

 

 

COBRE

O cobre participa de vários processos metabólicos sendo um constituinte de diversas enzimas do organismo. As mais conhecidas são: a superóxido dismutase (SOD) que auxilia o organismo na defesa contra os radicais livres, a tirosinase e a dopamina b hidroxilase. O cobre participa na síntese da elastina e do colágeno, na conversão de tirosina em melanina e na síntese dos hormônios da tireóide. O cobre protege a bainha de mielina dos nervos.

O cobre é um mineral amplamente distribuído nos alimentos o que torna mais rara a sua deficiência. As deficiências de cobre podem ser devidas a um excesso de zinco, manganês e molibdênio. Estes competem com o cobre nos locais de absorção. A condição mais comum de deficiência simultânea de zinco e cobre é a falta desses minerais na dieta ou aumento de fibras que diminuem a absorção dos mesmos. Excesso de chumbo, mercúrio e cádmio dificultam a absorção do cobre.

A baixa de cobre em estágios mais avançados causa anemia microcítica resistente ao tratamento habitual com ferro. Pode causar também mechas brancas precoces nos cabelos, osteoporose com aumento do número de fraturas, vasos sangüíneos mais fracos formando veias tortuosas. Por fazer parte junto com o zinco, da enzima Super Óxido Dismutase citoplasmática, que participa do metabolismo dos radicais livres, na deficiência de cobre podemos encontrar aumento dos radicais livres.

 

 

CROMO

O cromo é importante na manutenção da glicemia. Diversos estudos mostram a importância do cromo tanto no controle do diabetes quanto no controle da hipoglicemia. O cromo normaliza as taxas da insulina no sangue. Ele faz parte do fator de tolerância à glicose que auxilia no transporte plasmático da insulina, permitindo a sua melhor fixação nos receptores celulares da insulina, facilitando a sua ação. No hipoglicêmico, o cromo auxilia a normalização das taxas de insulina e glicose no plasma aliviando os sintomas da hipoglicemia.

Vários estudos têm evidenciado uma deficiência em cromo nos países industrializados. O consumo de alimentos refinados, principalmente de açúcar, agrava essa deficiência, pois além de apresentarem um teor muito baixo em cromo aumentam o consumo e as perdas do organismo.

Durante os períodos de stress físico, o organismo aumenta a excreção urinária de cromo , contribuindo para criar ou agravar a deficiência em cromo . O diabético insulino dependente tem uma excreção de cromo três vezes maior que o indivíduo normal.

A deficiência de cromo é associada ao aumento das patologias cardíacas, pois causa aumento do colesterol e diminuição do HDL-colesterol, hipertensão arterial, arritmias e obesidade.

No homem a deficiência de cromo causa diminuição do número de espermatozóides e da fertilidade.

A deficiência grave de cromo causa neuropatia periférica e encefalopatia.

A melhora dos parâmetros clínicos e laboratoriais da suplementação com cromo inicia-se geralmente após três meses.

Alimentação: Levedo de cerveja, cogumelo, aspargo, vinho, cerveja, ameixa e nozes são boas fontes de cromo .

Bibliografia

  1. Clin. Physiol. Biochem.1986, 4: 31-41.
  2. J. Nutr., 1993, 123 (4): 626-33.

 

 

LÍTIO

A essencialidade do lítio no organismo humano ainda não está claramente estabelecida. O lítio é importante na síntese de neurotransmissores cerebrais. Regiões dos EUA com aumento de lítio na água apresentam incidência menor de doenças cardíacas e aterosclerose, e também um menor número de internações psiquiátricas. A deficiência de lítio i também é associada com aumento da agressividade. O lítio tem um efeito positivo nos distúrbios do humor.

Nos estudos com animais, a deficiência de lítio foi associada com diminuição da expectativa de vida.

Bibliografia

  • Lithium (1994) 5: 173-180.
  • Biological Trace Element Research, 1990, 25: 105-113.

 

 

MAGNÉSIO

Aproximadamente 30% do magnésio existente no indivíduo adulto esta nos mús­culos e 60% no esqueleto. Existem mais de 300 enzimas diferentes, distribuídas pelo organismo, são ativadas pelo magnésio o que evidencia a sua importância no metabolismo humano. O magnésio é essencial ao metabolismo da glicose, à produção de energia celular, à síntese de proteínas e do DNA, à manutenção do potencial elétrico dos nervos e das membranas das células musculares, e para a transmissão do impulso elétrico através da jun­ção neuro muscular.

A deficiência de magnésio pode causar alterações da personalidade como: ansiedade, irritabilidade, emotividade excessiva, quadros depressivos e agitação. Na infância pode causar hiperatividade. Além dessas alterações pode causar perda de apetite, azia, náu­seas, vômitos, cansaço matinal, fadiga, fraqueza muscular, cãibras, tremores, e alteração do sistema nervoso central.

A falta de magnésio aumenta o tônus vascular agravando quadros de hipertensão arterial. Vários estudos evidenciam uma correlação importante entre diminuição do magnésio no organismo e aumento das patologias cardíacas como infarto do miocárdio e arritmias. A deficiência de magnésio provoca aumento da agregação plaquetária, aumento do colesterol e dos triglicérides.

O magnésio é indispensável a fixação de cálcio nos ossos, podendo causar ou agravar quadros de osteopenia e osteoporose no adulto e dificultar a calcificação correta dos ossos na infância e adolescência.

A deficiência de magnésio pode ocorrer devido a dietas pobres neste mineral ou devido a outros fatores como alterações da absorção, quadros de stress, exposição a tóxicos (no caso alumínio, chumbo e níquel), deficiência de vitamina B6 ou de boro, ingestão alcoólica, tabagismo e a diversas alterações endócrinas (diabetes, alterações da tireóide e das paratireóides).

Alimentação: O Mg está amplamente distribuído nos alimentos. Seu maior teor é encontrado nos grãos integrais, nas folhas verdes e na banana. Nos grãos processados mais de 80% do magnésio é perdido.

 

 

MANGANÊS

O manganês é um constituinte das enzimas superóxido dismutase mitocondrial (SOD) que é responsável pela correta metabolização dos radicais livres nas mitocôndrias. A deficiência da SOD causa um aumento dos radicais livres. O manganês é importante na síntese da dopamina que é um importante neurotransmissor, e na síntese do colesterol.

Os sintomas da deficiência de manganês são: perda de peso, fadiga, falta de resistência física, lento crescimento das unhas e dos cabelos, tom levemente avermelhado dos cabelos, metabolismo dos ossos e das cartilagens prejudicado, dermatite fugaz, alteração da tolerância à glicose e alteração da síntese de insulina, redução da fertilidade, reações alérgicas e inflamatórias aumentadas. A deficiência de manganês parece aumentar a susceptibilidade do organismo às crises convulsivas. O manganês baixo causa diminuição importante das taxas de colesterol no sangue podendo causar quadros depressivos.

A deficiência de manganês em gestantes foi associada ao aumento de malformações fetais.

Alimentação: os cereais integrais, frutas, verduras e legumes são fontes importantes de manganês .

 


MOLIBDÊNIO

O molibdênio (Mo) é um elemento essencial que age principalmente como ativador de certas enzimas hepáticas. A deficiência de molibdênio pode desencadear uma hipersensibilidade a alimentos que contenham sulfitos (conservante de alimentos) e ao álcool. O molibdênio é importante para a síntese do ácido úrico.

A deficiência de molibdênio é rara, mas pode ocorrer nos casos de excesso de cobre na dieta.

Alimentação: L eite e derivados, legumes, fígado, rins e cereais são boas fontes de molibdênio.


SELÊNIO

Selênio é um elemento nutricional essencial. É parte integrante da enzima gluta­tiona peroxidase (GP), que atua no metabolismo dos radicais livres. Essa enzima impede a formação excessiva de radicais livres e protege o organismo dos seus ataques. A diminuição da atividade da GP devido à diminuição de selênio é responsável pelo aumento dos radicais livres que causa envelhecimento precoce, maior incidência de câncer e patologias cardiovasculares. Um estudo realizado na Finlândia onde 8.000 pessoas foram avaliadas durante seis anos demonstrou aumento da incidência de câncer e de infarto do miocárdio nas pessoas com taxas de selênio plasmáticas diminuídas. O solo brasileiro apresenta regiões muito pobres em selênio o que torna muito freqüente a deficiência deste mineral.

O selênio é indispensável em todas as situações de stress orgânico que ocorrem nas mais diversas patologias e nas intoxicações.

O selênio é importante no metabolismo da tireóide. Ele atua na conversão do hormônio da tireóide T4 em T3 (forma mais ativa). O selênio também está envolvido na síntese da testosterona.

A deficiência de selênio causa catarata e lesões de retina no animal. A deficiência de selênio pode causar aumento das cáries dentárias.

Estudos recentes têm associado alguns tipos de esquizofrenia com alterações do metabolismo do selênio.

A deficiência de selênio na gravidez é associada com maior incidência de defeitos do tubo neural.

P rodutos de origem animal e cereais integrais são boas fontes de selênio.

Bibliografia

  • Pediatrics 1995, 95 (6): 879-82.
  • International J. Epidemiol, 1984, 120 (3):342-349
  • British Med.J. 1985, 290: 417-4201
  • Biol. Psiquiatry 1993, 34: 421- 423

 


VANÁDIO

O vanádio é um elemento metálico presente em rochas fosfáticas (fertilizantes), petróleo (óleo cru, óleo de xisto) e carvão. Industrialmente o vanádio é usado em ligas metálicas, produção de ferramentas de aço, cerâmica, catálise em processos químicos, resistência à corrosão, para tingimento e estamparia.

O vanádio estimula a mineralização dos ossos e dentes e previne a formação de cáries. O vanádio faz parte de uma enzima tireoideana necessária no processo de organificação do Iodo, necessário à síntese dos hormônios tireoideanos. Na deficiência de vanádio ocorre o aumento da tireóide.

O vanádio parece ter também um papel importante no diabetes.

Alimentação: Mariscos, cogumelos, salsinha são boas fontes de vanádio.

 


ZINCO

O zinco é um constituinte de mais de 200 metaloenzimas além de atuar como cofator em inú­meras reações enzimáticas do organismo. Várias enzimas digestivas contém zinco. Ele é um co-fator importante na atividade da insulina.

A deficiência de zinco causa uma importante diminuição da sensação do sabor e do olfato, pode causar anorexia ou alterações do apetite (preferência por alimentos salgados ou muito temperados), diminuição da libido, diminuição da visão noturna, diminuição da fertilidade, alterações esqueléticas, diarréias de repetição principalmente na infância, diminuição da imunidade propiciando um aumento das infecções de repetição e alterações da pele e dos anexos como: dermatite, queda de ca­belo, manchas brancas nas unhas e alterações do colágeno. A diminuição do zinco também está associada com baixo rendimento escolar.

O zinco faz parte, junto com o cobre, da enzima Super Óxido Dismutase, que participa do metabolismo dos radicais livres. Na deficiência de zinco podemos encontrar aumento dos radicais livres.

Alimentação: as fontes principais de zinco são os produtos de origem animal, principalmente a carne. Embora a absorção do zinco nos vegetais seja menor, os grãos, trigo e o germe de trigo também constituem uma fonte importante de zinco. O excesso de fibras diminui a absorção do zinco.

 

Nutrientes essenciais

Para ser considerado essencial um nutriente deve preencher as três condições abaixo:

  • Deve estar constantemente presente no organismo
  • A sua falta deve provocar sinais patológicos que aumentam com o grau de deficiência no sangue e nos tecidos
  • A suplementação do nutriente em questão deve prevenir o aparecimento dos sinais e sintomas observados nos estados de carência específica

 

Oligoelementos

São nutrientes encontrados no organismo em concentrações muito baixas, inferiores a 0,01% do peso corporal.

 

 

 

Coordenadora:

Prof. Dra. Berenice Cunha Wilke

 

 

 

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