Fitoterapia
Histórico
Desde os primórdios da humanidade as plantas foram utilizadas para tratar doenças e amenizar dores e incômodos. Podemos encontrar a utilização das plantas no tratamento das doenças em todas as civilizações. No Brasil, devido à riqueza da flora e ao conhecimento popular transmitido através das gerações, inúmeras plantas medicinais foram identificadas, sendo úteis no tratamento de um grande número de doenças. A fitoterapia brasileira desenvolveu-se muito no início do século XX, quando médicos, farmacêuticos e laboratórios nacionais passaram a estudar e utilizar as plantas já consagradas pelo uso popular. Com o aparecimento da química moderna, os laboratórios estrangeiros passaram a divulgar os medicamentos alopáticos, considerados mais modernos e seguros, e aos poucos os laboratórios nacionais passaram a produzir cada vez menos fitoterápicos.
Nos últimos anos um movimento crescente em busca de tratamentos naturais, mais baratos e menos agressivos ao organismo começou a ganhar força, tanto no Brasil quanto no exterior. Os grandes laboratórios e as universidades passaram a estudar e comprovar os efeitos medicinais das plantas. Foram isoladas e sintetizadas diversas substâncias consideradas medicinais encontradas em plantas que estão sendo comercializadas como princípio ativo isolado. Entretanto, cada planta é constituída de inúmeros princípios ativos que agem em sinergia, ou seja, tornando o efeito do conjunto mais potente e com menos efeitos colaterais que cada princípio ativo isolado.
O tratamento fitoterápico tem demonstrado cada vez mais a sua eficácia. Como qualquer tratamento, requer antes um diagnóstico correto da doença para que a planta utilizada seja eficaz. Vale a pena lembrar que as plantas também têm efeitos colaterais e esses devem ser levados em consideração no momento do tratamento.
Saiba mais sobre os fitoterápicos : visite a Biblioteca de Fitoterapia
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