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José de Felippe Junior
“ A Estratégia Biomolecular aumenta a eficácia do tratamento clássico nas várias especialidades médicas”
JFJ
“ Na arte de curar, deixar de aprender é omitir socorro e retardar tratamentos esperando maiores evidências científicas é ser cientista e não MÉDICO”
JFJ
Medicina Biomolecular é aquela que atua na prevenção e no tratamento das doenças, utilizando todos os recursos e procedimentos disponíveis da medicina contemporânea. É a medicina que aprendemos na escola, acrescida das recentes aquisições no campo da bioquímica, da nutrição, da ecologia sistêmica, da indução enzimática, da expressão gênica, dos radicais livres, etc.. Em outras palavras, é a medicina dos novos tempos, sendo considerada uma das estratégias básicas da medicina do futuro, tanto na prevenção como no tratamento.
O nome ortomolecular não é usado por nós e vamos explicar o porquê. Este termo foi cunhado em 1968 por um grande químico, um dos cientistas mais criativos do nosso século, o Prof. Linus Pauling, que se baseou nos trabalhos randomizados e duplo-cego do psiquiatra canadense Abrahan Hoffer. Este médico conseguiu diminuir o tempo de internação de esquizofrênicos com o uso de doses elevadas de vitaminas B3 (3g/dia). Devido à fama do eminente professor Pauling, os médicos nos Estados Unidos começaram a empregar o termo ortomolecular com um grande apelo de marketing pessoal e de uma panacéia que absolutamente não existe, e que beneficia a eles próprios e a industria farmacêutica, ávida de resultados financeiros. Quem emprega este nome, se esquece e desrespeita os próprios descobridores das vitaminas, dos sais minerais e dos aminoácidos. O nome biomolecular, existe desde que a bioquímica deu os seus primeiros passos e é o respeito e a gratidão unidos às bases científicas, datadas de mais de 150 anos, que nos fazem empregar o termo biomolecular, que é simplesmente: “a bioquímica aplicada à medicina”.
A Sociedade Brasileira de Medicina Biomolecular Radicais Livres foi fundada em 1990, dentro do Departamento de Fisiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Em 1998, após exaustivas reuniões no Conselho Regional de Medicina de São Paulo, finalmente somos reconhecidos pelo Conselho Federal de Medicina como : “ Estratégia Médica” .
Estratégia Biomolecular
Na estratégia biomolecular existem várias etapas, vários desafios. Precisamos conhecer muito bem o organismo da pessoa que está na nossa frente, pois, além de tratar a sua principal doença devemos e temos a obrigação como médicos de prevenir doenças para o futuro. Com os conhecimentos atuais podemos diminuir drasticamente o risco de infarto do miocárdio, derrame cerebral, vários tipos de câncer, diabetes, doenças reumáticas, obesidade, alergias, depressão, doença de Alzheimer, Parkinson, degeneração macular senil, alergias, etc.
O médico não pode se satisfazer simplesmente em fazer um diagnóstico e imediatamente tratar o paciente com a droga mais moderna e mais cara do mercado farmacêutico. O médico precisa estudar, precisa conhecer o organismo da pessoa que nele confiou a saúde. Desta forma, o médico precisa responder algumas perguntas : 1- existe falta de nutrientes , 2- existe contaminação por metais tóxicos, 3- existe alergia / intolerância alimentar , 4 – como estão as principais glândulas (hipófise, tireóide, supra-renal, pâncreas , testículo / ovários , próstata), 5- como estão os principais órgãos (coração , pulmão , fígado , rins , trato gastro-intestinal) , 6- como está o sistema imune de defesa , 7- como está a polaridade das membranas , 8- como estão o metabolismo das gorduras , das proteínas e dos carboidratos , 9- qual é a dieta , 10- como é a atividade física, 11- qual é o estilo de vida ,12- existe inflamação crônica subclínica.
O nosso primeiro desafio junto ao paciente é descobrir quais os nutrientes que estão faltando ou em excesso. O segundo desafio é descobrir se estão presentes elementos estranhos ao meio interno e às células. Muitas vezes, a correção dos desvios encontrados é suficiente para proporcionarmos o necessário equilíbrio metabólico/ energético requerido para retornar novamente o paciente ao estado de saúde. A seguir procuramos responder às perguntas acima efetuadas.
Esta primeira abordagem da Medicina Biomolecular constitui-se nos rudimentos, na parte geral comum a todas as especialidades médicas, sem a qual nenhum tratamento clínico ou cirúrgico, por mais sofisticado que seja, atingirá a sua máxima eficácia. O pensamento lógico, comprovado por inúmeros trabalhos científicos é simples: devemos introduzir nas células e no meio interno os elementos químicos que porventura estejam faltando e retirar os elementos em excesso, geralmente estranhos ao organismo. É fácil compreender que um organismo sem deficiências e sem substâncias estranhas reagirá muito melhor a qualquer tipo de tratamento. E muito mais que isso: Se o organismo estiver saudável, ele estará em melhores condições de assim continuar, pois todos os seus mecanismos de defesa estarão em pleno e completo funcionamento.
Este tipo de medicina é básico e necessário a todas as especialidades médicas, começando pela medicina interna, onde o seu papel reveste-se da maior importância em vista da visão global do organismo que os internistas possuem, passando pela ginecologia, cardiologia, geriatria, cirurgia geral, psiquiatria, terapia intensiva, oncologia, etc, chegando até as cirurgias especializadas como a oftalmologia, os transplantes e outras.
Vamos nos ater neste artigo à parte geral da medicina biomolecular, aquela parte comum a todas as especialidades médicas.
Todas as células do corpo produzem energia (ATP – trifosfato de adenosina) com a finalidade de fabricar vários tipos de moléculas necessárias para o seu bom funcionamento. Das centenas de substâncias que entram nesse processo, todas são sintetizadas pelo o organismo, exceto cerca de 47 delas. Estas substâncias são chamadas de “nutrientes essenciais” e assim o organismo deve recebê-las já prontas do meio externo. Isto quer dizer que necessitamos de um aporte nutricional adequado, em elementos essenciais, e não é difícil compreender que a falta de um ou mais desses elementos prejudicará o funcionamento das células e conseqüentemente do organismo como um todo. No Quadro I enumeramos os 47 nutrientes essenciais.
Devemos ressaltar que as deficiências de nutrientes essenciais, tão freqüentes hoje em dia, coincidem com o alarmante aumento de várias doenças como: hipoglicemia funcional, depressão, astenia, hiperatividade, infeçções de repetição, etc . Incluindo as doenças degenerativas: aterosclerose, câncer e artropatias, as quais não mais estão se limitando à idade. De fato em 1975, 93 dos 213 milhões de habitantes nos EUA, isto é, 45% da população, sofria de alguma forma de doença degenerativa: metade estava relacionada ao sistema vascular, um quinto eram vítimas de artrite ou artrose e aproximadamente 350.000 morriam anualmente de câncer.
De acordo com Roger Willians (1945): “O microambiente nutricional das nossas células possuí importância crucial para nossa saúde e as deficiências nesse ambiente se constituem na principal causa das doenças”. Esta pode ser uma maneira exagerada de se enxergar tais problemas, mas serve de alerta para aqueles que não dão a mínima importância para os cerca de 47 nutrientes necessários ao microambiente celular.
Na época que Casimir Funk cunhou a palavra vitamina, as deficiências dessas substâncias eram intensas e provocavam doenças bem definidas, com quadros clínicos completos e facilmente identificáveis, como o escorbuto, a pelagra e o beriberi. Hoje, o que habitualmente encontramos são deficiências vitamínicas parciais e portanto as manifestações clínicas são também parciais e incompletas e de difícil diagnóstico para o profissional não atento. E não estamos nos referindo às camadas de baixa renda, onde reinam a desnutrição proteico-calórica e as graves deficiências vitamínicas e de oligoelementos. Estamos nos referindo às pessoas de classe média – alta e às chamadas classes de elite. A maioria desses indivíduos se alimentam bem e se nutrem mal. Possuem quantidade, mas não qualidade.
A indústria alimentícia e as agro-indústrias expoliam os alimentos de diversos tipos de nutrientes ao lado de a eles adicionarem metais e substâncias estranhas. A colheita, o armazenamento e o transporte de legumes, verduras e frutas nas condições atuais, reduzem drasticamente a quantidade de vitaminas e sais minerais neles contidos. Por outro lado e agravando a situação, está a pobreza do nosso solo em vários micronutrientes tais como: selênio, cromo, zinco, cobalto, manganês, etc.
Todos estes fatos nos levam a não estranhar que seja tão comum o aparecimento nos pacientes mais idosos da aterosclerose, do câncer e das artropatias degenerativas. Também não é de se estranhar o aparecimento dessas mesmas moléstias, e cada vez com maior freqüência, nas camadas mais jovens da população. As hipoglicemias reativas estão se tornando tão freqüentes que atingem proporções epidêmicas. Os doentes mentais superlotam os hospitais gerais e psiquiátricos, e a cada ano vemos crescer o número de crianças hiperativas, retardadas ou com distúrbios de comportamento.
Quadro 1 – Os 47 nutrientes essenciais que devem ser recebidos do meio externo na alimentação
Além da Água e do Oxigênio:
Aminoácidos (9)
1- Histidina
2- Leucina
3- Isoleucina |
4- Valina
5- Lisina
6- Metionina |
7- Fenilalanina
8- Treonina
9- Triptofano |
Vitaminas (16)
11- Tiamina (B1)
12- Riboflavina (B2)
13- Niacina (B3)
14- Piridoxina (B6)
15- Ácido fólico (B9)
16- Cobalamina (B12) |
17- Àcido pantotênico
18- Biotina
19- Àcido para-amino
20- Inositol
21- Colina
22- Àcido ascórbico (C) |
23- Retinol (A)
24- Calciferol (D) benzoico (PABA)
2 5- Alfa tocoferol (E)
26- Menadiona (K) |
Sais minerais (18)
27- Sódio
28- Potássio
29- Cálcio
30- Fósforo
31- Magnésio
32- Manganês |
34- Cobre
35- Zinco
36- Selênio
37- Cromo
38- Iodo
39- Enxofre |
41- Boro
42- Flúor
43- Vanádio
44- Molibdênio
33- ferro
40- Lítio |
Àcido Graxo essencial (1)
1- ácido linolêico
Outros (3)
| 45- Àcido lipóico |
46- Taurina |
47- Bioflavonóides (rutina, hesperidina, quercetina) |
Tudo isso vem ocorrendo após a era industrial, onde os genes dos indivíduos vêm sendo submetidos às substâncias alienígenas como conservantes, acidulantes, estabilizantes, edulcorantes, antioxidantes sintéticos e particularmente, a diversos tipos de metais tóxicos, acrescido da má qualidade dos alimentos ingeridos ( frituras, má conservação, etc. )
Para dar seqüência ao nosso raciocínio, vamos discorrer brevemente sobre os radicais livres.
Em 1900 descobriu-se o primeiro radical livre. Em 50 anos se conheceu toda a sua química e em 1954, pela primeira vez relacionou-se estas substâncias reativas e tóxicas a uma doença inexorável: o envelhecimento. Hoje, acredita-se que esse elementos, com elétron não pareado na camada de valência sejam os responsáveis, pelo menos em parte, pelo elevado número de doenças degenerativas e não degenerativas abrangendo vários órgãos e sistemas.
De todo oxigênio disponível pela célula, 95% se transforma em energia, utilizada para fabricar substâncias vitais e manter a célula funcionante e viva. E o que acontece com os 5% restantes? Pois bem, isto é muito interessante e simples. Esses 5% são transformados no metabolismo intermediário em radicais livres de oxigênio ou como melhor chamados de espécies reativas tóxicas de oxigênio: radical superóxido, peróxido de hidrogênio e radical hidroxila.
Esses elementos são gerados no organismo desde a concepção, logo nos primeiros segundos de vida intrauterina, e a sua produção é contínua durante toda a nossa existência.
Até os 40/45 anos, administra-se muito bem esses 5% e consegue-se neutralizá-los. Chega o dia em que a produção de radicais livres excede a sua degradação e sobrepuja os mecanismos de defesa naturais anti-radical e de reparo celular e tem-se o início das alterações estruturais de proteínas, lipídios, ácidos nucléicos e carboidratos, os quais culminam na lesão celular. Assim sendo, ocorre, paulatinamente e gradativamente, lesão de molécula a molécula, célula a célula, tecido a tecido, órgão a órgão até chegarmos à instalação das doenças. Um dos mecanismos mais freqüentes de lesão celular ocorre na membrana celular no fenômeno conhecido como peroxidação lipídica.
Não podemos nos esquecer que o nosso organismo necessita de uma certa quantidade de radicais livres para serem usados em algumas reações fisiológicas, incluindo matar as bactérias fagocitadas pelos neutrófilos e exterminar células malignas em apoptose. Abolir completamente os radicais livres seria interferir na bioquímica normal e nas defesas anti câncer e anti infecciosa, portanto não podemos ingerir indiscriminadamente as substâncias com efeito antioxidante : vitaminas, sais minerais e aminoácidos, pois quebrariam algo de muito importante: o equilíbrio dinâmico dos nutrientes e o equilíbrio dinâmico da oxidação e redução.
Está ficando cada vez mais difícil controlar a produção excessiva dos radicais livres e uma das razões é a crescente exposição do organismo aos metais tóxicos, como o chumbo, o mercúrio, o cádmio, o alumínio, o níquel, etc., e os metais considerados não tóxicos dependendo da sua concentração no organismo, como por exemplo, o ferro e o cobre. Todos esses metais particularmente o ferro, atua como catalisadores, aumentando a geração dos radicais livres de oxigênio na reação chamada de Waber-Weiss. Quanto ao ferro, a sua falta provoca aquilo que todos nós sabemos, a anemia ferropriva. Porém, o excesso das reservas corporais de ferro (aumento da ferritina sérica) provoca algo impossível de se perceber dentro do consultório médico. Somente os estudos populacionais é que percebem a importância do excesso das reservas de ferro: aumento da prevalência de angina, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, câncer e infecções de repetição.
Outra razão da dificuldade de degradação dos radicais livres está nas considerações acima sobre os problemas com a nutrição, pois os mecanismos de defesa anti-radical, tanto o enzimáticos quanto os não enzimáticos, dependem do aporte adequado de nutrientes.
Entretanto, o que é ingestão adequada de nutrientes? Quais elementos estão em falta? Quais as doses recomendadas? Estas perguntas são muito difíceis de responder, mas quem está mais apto a respondê-las é o próprio paciente com a ajuda de um profissional experiente e voltado para o problema: o MÉDICO BIOMOLECULAR .
Podemos desvendar os déficits de nutrientes, por exemplo, com o emprego de tabelas de inquérito de sinais e sintomas, usando questionário computadorizado com 400 perguntas, acrescido de uma bela anamnese, do exame físico do paciente e da análise de minerais essenciais e tóxicos do cabelo (mineralograma capilar). Outro problema é a dose adequada. Basta lembramos como são diferentes as pessoas umas das outras, levando-se em consideração somente o nariz, para imaginarmos como elas devem ser diferentes quanto às suas necessidades bioquímicas. Desta maneira não podemos nos guiar pelas tabelas de doses mínimas necessárias (R. D. A.: Recommended Dosis Allowance), porém elas são úteis para termos uma idéia das quantidades de nutrientes necessários para o indivíduo normal em condições padrões. Nós devemos nos preocupar na verdade é com as doses ótimas para aquele indivíduo particular, com determinada doença, idade, estado nutricional, moléstias associadas, etc. Tarefa difícil, porém não impossível, se utilizarmos as reações do próprio paciente como parâmetro de controle e os ensinamentos da biodisponibilidade dos nutrientes e da cronobiologia. Seria uma espécie de medicina intensiva de consultório, onde o médico administra algum nutriente suspeito de estar deficiente e observa contínua e pacientemente os efeitos resultantes.
Resumindo, se nós oferecermos às células todos os elementos necessários ao seu metabolismo, elas terão condições de produzir energia, fabricar substâncias vitais, degradar os radicais livres e agir nos mecanismos de reparo celular e de vigilância imunológica. Se concomitantemente empregarmos as técnicas e os medicamentos específicos de cada especialidade, estaremos aumentando as possibilidades de êxito clínico ou cirúrgico, isto é, estaremos aumentando as chances de sucesso terapêutico ( medicina curativa ). Se por ventura o indivíduo que está sendo submetido a este tipo de abordagem for saudável, estaremos aumentando a sua probabilidade de assim se manter ( medicina preventiva ). No quadro 2, enumeramos as 10 estratégias da Medicina Biomolecular.
No momento atual, a evolução dos conceitos e o melhor conhecimento dos mecanismos básicos da biologia molecular e da física quântica levaram a Medicina Biomolecular a ampliar as suas estratégias, com a finalidade de melhor conhecer o organismo humano e assim aumentar ainda mais a eficácia do tratamento clássico da medicina tradicional.
Nossa luta continua no campo da medicina ambiental, na procura dos agentes químicos e físicos estranhos ao organismo e no campo da medicina nutricional, na busca das deficiências dos nutrientes essenciais. No entanto, somente a desintoxicação e a reposição dos nutrientes e dos hormônios, muitas vezes não são suficientes para restaurar o equilíbrio desejado. Estamos empregando uma visão mecanicista da biologia, visão avançada sim, porque é baseada no acúmulo de conhecimentos da bioquímica clássica, entretanto sentimos que ela é incompleta.
Vivemos em uma época, que o nosso raciocínio precisa se adequar aos novos conhecimentos da intimidade da matéria. A abordagem da física newtoniana do homem como máquina, deve ceder espaço para a abordagem do homem integrado à natureza da qual ele faz parte. Os átomos, com todos os seus sub-níveis de energia são os constituintes de toda matéria existente no universo e estamos dizendo de toda a matéria existente, incluindo a biológica.
Os conceitos da física relacionados à Mecânica Quântica de Max Planck, Niels Bohr, De Broglie, Heisenberg, Schrodinger e outros, juntamente com a Teoria da Informação estão ai solitários, isolados e sem voz para nós, médicos. É como se tais conceitos simplesmente não existissem. Este mundo completamente novo e inexplorado queiramos ou não existe e está interagindo com os sistemas biológicos.
A Medicina Biomolecular, medicina dos novos tempos, surgiu para congregar médicos das várias especialidades a utilizar todos os recursos disponíveis para alcançar o objetivo maior: A PREVENÇÃO DAS DOENÇAS.
Nós, médicos, precisamos aprender a perceber o HOMEM como um SER pertencente ao UNIVERSO, perfeitamente integrado na NATUREZA, e devemos estar aptos a aplicar ou indicar a melhor estratégia terapêutica.
Quadro 2 – As 10 Estratégias da Medicina Biomolecular
- Cuidar do Sistema Digestivo
- Dieta Inteligente
- Exercícios aeróbicos moderados
- Administrar os problemas do cotidiano usando a razão e não as emoções desnecessárias
- Aprender a livrar-se dos metais tóxicos
- Abolir o fumo e o excesso de álcool
- Higiene do sono
- Aprender a se livrar dos campos eletromagnéticos prejudiciais e das zonas geopatogênicas
- Aprender a se beneficiar dos campos eletromagnéticos
- Antioxidantes e nutrientes com moderação e equilíbrio
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