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Tema do Mês de Junho e Julho de 2003
Hepatite C : Estratégia Bio-Oxidativa
Dr. José de Felippe Junior
Considerações| Política Pública | Arquitetura e Biologia Molecular do Virion | Ozônio
| Considerações Gerais sobre a Hepatite C |
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Muitos pesquisadores consideram a hepatite C como a "epidemia do século". Na verdade ela infecta cinco vezes mais pessoas que o HIV, o vírus da AIDS. Cerca de 3 a 4 % da população mundial está infectada no planeta e dados da Organização Mundial de Saúde mostram que no Brasil entre 2,5 a 4,9% da população está contaminada pelo HCV ( vírus da hepatite C) e a maioria não sabe do diagnóstico.Em 80% dos casos a doença evolui para a forma crônica sem sintomas e assim pode permanecer nos primeiros 10 anos. Na segunda década cerca de 25% estão com cirrose que pode evoluir para o câncer em 4 a 5% dos pacientes.
A hepatite C é transmissível principalmente pelo sangue e seus derivados e se disseminou intensamente pelas transfusões de sangue nas décadas de 1970 e 1980 ,quando ainda não se fazia obrigatoriamente a sorologia anti HVC. A sorologia foi descoberta em 1989 e a obrigatoriedade nos bancos de sangue somente chegou em 1992.
A terapia convencional produz efeitos sustentados em no máximo 40% dos casos , dependendo do genótipo e sub tipo do vírus. Atualmente surgiu um novo medicamento , o Pegasys ( Peginterferon alfa-2a) que promete elevar o sucesso para 60 % dos casos.
Em 1986, época que se falava em hepatite não A e não B o sucesso com o interferon era da ordem dos 12%. Em 1998 com o aumento das doses do interferon e a associação com a ribavirina o tratamento alcançou a eficácia dos 40%. Agora com a chegada do interferon peguilado de 40kDa (40 kilodaltons) o Pegasys este percentual para o genotipo I é de 50% e para o genotipo 2 e 3 atinge os 75% , sempre em associação com a ribavirina.
Os principais grupos de risco são formados por pessoas que receberam transfusão e hemodiálise antes de 1994, os usuários de drogas que compartilharam seringas e agulhas e aqueles com tatuagens ou piercing. A transmissão é muito baixa por sexo e impossível por contato corporal, objetos e leite materno. Entretanto os equipamentos de dentista, barbeiros e manicure devem ser corretamente esterilizados.
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| Política Pública |
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A portaria 639 do Ministério da Saúde , regulamenta o protocolo de diagnóstico e tratamento dos portadores pelo Sistema Único de Saúde, o que inclui a distribuição gratuita de medicamentos. Cerca de nove mil pacientes recebem no momento atual do SUS o interferon convencional e a ribavirina.
É de importância capital os grupos organizados , independentes e regionalizados para cobrar do governo em todos os níveis, federal, estadual e municipal as estratégias terapêuticas que possam melhorar a qualidade de vida dos portadores da hepatite C.
Os vírus da hepatite C, não são entidades estáticas. Como parasitas intracelulares eles desenvolveram através de milhões de anos de co- habitação com seus hospedeiros, um sofisticado mecanismo de replicação e de propagação. Eles se adaptaram e modificaram a sua estratégia biológica , desenvolvendo uma impressionante capacidade de mutação o que garantiu a sua sobrevivência no planeta até os dias de hoje.
A Hepatite C é uma doença que atinge todos os continentes do planeta e está em franca expansão. Ela é provocada pelo vírus HCV , que utiliza um modo de parasitismo celular peculiar fazendo as intervenções terapêuticas serem muito pouco eficazes. A estratégia bio-oxidativa , devido as suas propriedades biológicas particulares possui atributos teóricos e práticos de um potente inativador do vírus HCV.
Acredita-se por estudos do genoma viral que o HCV apareceu há 35 milhões de anos , porém as sua sequência genética atual data de 200 a 400 anos atrás.
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| Arquitetura e Biologia Molecular do Virion |
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O HCV é composto de uma nucleocapsid contendo no seu genoma uma única fita de RNA composta de 9600 nucleotídeos com sua camada de proteína em volta. A nucleocapsid é envolta por um envelope que permite a ligação e a penetração nas células do hospedeiro. O genoma possui proteínas estruturais chamadas de core (C), envelope 1 (E1), envelope 2 (E2) e P7 e proteínas não estruturais que são as enzimas essenciais para o ciclo de vida do vírus, designadas: NS2,NS3,NS4A,NS4B,NS5A e NS5B. As proteases liberam as proteínas estruturais e as não estruturais. As helicases destorcem as hélices do ácido nucleico viral. As polimerases replicam o RNA.
As características do genoma do HCV se distingue por uma intensa atividade genética com um grande potencial de mutação. Esta grande flexibilidade genotípica proporciona ao vírus uma sofisticada maneira de se livrar das defesas do hospedeiro.
O HCV de acordo com a sequencia de nucleotídeos do genoma é classificado em 6 famílias de genotipos ( 1 a 6) com aproximadamente 100 subtipos ( a, b, c, ...). Os genotipos 1 a 3 são os cosmopolitas , o genotipo 4 e 5 são encontrados na Africa e o 6 está na Ásia. Estas diferenças de genotipos e subtipos fazem do com que varie a susceptibilidade do vírus à terapia antiviral.
Dentro de um determinado indivíduo infectado, as partículas do HCV não se comportam como uma população homogênea , na verdade elas funcionam como um pool de variantes genéticas conhecidas como ``quasispecies`` . Isto acontece devido à grande quantidade de erros de replicação inerentes à função das enzimas polimerases . É aqui que reside uma das mais importantes armas do HCV , pois a contínua geração de uma diversidade tão grande de genomas dificulta a atuação do sistema imune do hospedeiro. Quando o sistema imune encontra um caminho e destroí o inimigo , este já esta se transformando e gerando partículas diferentes que o sistema de defesa não mais reconhece.
A célula hospedeira do HCV é o hepatocito , entretanto o vírus também pode infectar a medula óssea, os rins, os macrofagos, os linfocitos e os granulocitos.
Um vez dentro da célula o virion sai do seu envelope e começa a se replicar. Ele se liga ao ribossoma celular e a polimerase liberada pelo vírus inicía o ciclo de replicação do RNA. As nucleocapsids recém formadas adquirem novos envelopes proteicos do retículo endoplasmático da célula infectada. Os virions assim formados atingem o número de 10 bilhões ao dia. A sobrevida média dos virions é de somente poucas horas.
Os virions são em seguida liberados na circulação geral e linfática e estão prontos para infectar novas células do hospedeiro ou re-infectar células já doentes ou infectar um novo hospedeiro.
O HCV RNA , medido pelo PCR ( `` polymerase chain reaction`` ), pode atingir 10 milhões ou mais virions por mililitro de sangue. Quantidades tão pequenas de sangue como 0,0001 ml pode ser o suficiente para contaminar um novo hospedeiro, isto é , somente 1000 virions já possui o poder de infectar.
A evolução da Hepatite C é caracterizada por fases de acentuada viremia entremeada por períodos de relativa quietude, sendo típico a baixa incidência das fases agudas e a alta incidência de progressão para a cronicidade. A hepatite C progride nas seguintes fases: exposição ao vírus, incubação, período pré-ictérico, período ictérico e convalecência. O período de incubaçào demora 6 semanas e os primeiros sintomas podem ser: fraqueza, indolência, fadiga, dor de cabeça, nausea, perda do apetite, e leve dor abdominal. O periodo pré- ictérico dura 2 a 12 dias. A fase ictérica ( amarelo nos olhos e urina escura) possui um tempo variável e a fase de convalecência corresponde ao gradual desaparecimento dos sintomas.
A hepatite C é caracterizada pela presença do HCV RNA e a elevação das enzimas hepáticas ( TGP, TGO, GamaGT) por mais de 6 meses. O paciente pode permanecer assintomático ou sofrer uma exacerbação aguda com retorno dos sintomas. Cerca de 75% dos pacientes que se infectam , adquirem a forma crônica da doença.
A cirrose , difusa desorganização do parenquima hepático com nódulos regenerativos envoltos por fibrose, é uma sequela importante e aparece em 25% dos pacientes após 20 anos da contaminação. Quando ocorre descompensação da cirrose aparece a ascite ( barriga d`água ) e os edemas ( inchaço das pernas).
Outro tipo de complicação é o carcinoma hepatocelular que aparece em 5% dos pacientes contaminados e geralmente naqueles que apresentaram a cirrose.
Cerca de 10% dos pacientes se recuperam totalmente da doença, contando apenas com o seu próprio sistema de defesa . Os anticorpos HCV assim como o HCV RNA são indetectáveis e as enzimas hepáticas voltam ao normal. Somente se consegue detectar alguma alteração na biopsia do fígado : focos de inflamação com áreas de necrose, que são os vestígios da passagem hepática do vírus. Desta forma é possível através do sistema imune dominar a infecção pelo HCV e as estratégias terapêuticas que atualmente estão em estudo buscam combater o vírus modulando o sistema imune de defesa .
A resposta imunológica às partículas do vírus HCV são detectadas precocemente, geralmente de uma a duas semanas semanas após a infecção. Anticorpos contra o core e o envelope aparecem após 6 semanas de exposição.
A principal estratégia contra a hepatite C incluem o interferon e a ribaverina. Interferons são produtos naturais da célula que ativam os macrofagos, os neutrofilos e as células Natural Killer (NK) e para alguns possui uma atividade antiviral direta. Ribaverina é um análogo da guanosina que impede a formação do RNA mensageiro e assim inibe a replicação de muitos vírus DNA e RNA. Ele provoca mutação nas células de mamíferos. Tanto o interferon como a ribaverina provocam efeitos colaterais médicos e psiquiátricos, significantes. Considera-se uma boa resposta quando a carga viral se torna indetectável em 6 meses de tratamento.
Pela metodologia atual de HCV RNA quantitativo somos capazes de detectar aproximadamentte 1000 cópias virais por mililitros de soro.
Pode ocorrer resistência à terapia apresentada, sendo esta a razão de estarem em fase de estudo vários tipos de anti virais como os inibidores de protease, de polimerase e da helicase.
Fica difícil o desenvolvimento de vacinas devido ao alto grau de mutabilidade do HCV. Estima-se que o HCV sofra quase 1000 mutações por ano dentro do próprio hospedeiro.
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| Ozônio |
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Quimicamente é constituído por 3 átomos de oxigênio : O3 . Possui um peso molecular de 48 e tal molécula carrega consigo grande quantidade de energia. À temperatura ambiente ele se transforma em oxigênio , sendo a sua meia vida de 1 hora ( 50 % se transforma em O2 em 1 hora). Altas doses no sangue, 40 a 60 mcg por mililitro, provoca o aparecimento de hemólise.
O ozônio provoca o aparecimento de peróxidos lipídicos e proteicos no soro devido a sua capacidade oxidante, sendo que tais elementos possuem atividade antiviral. Ele aumenta a produção de citocinas e estimulam a função dos leucocitos. Aumenta a saturação do sangue e melhora a circulação capilar, porque ele aumenta a flexibilidade das hemácias.
O ozônio possui atividade antiviral direta, assim como contra as bactérias e os fungos. Em muitos locais do mundo emprega-se o O3 para purificar a água.
Os vírus mais susceptíveis ao O3 são aqueles que apresentam um envelope lipídico como o HCV, Herpes1 e 2 , citomegalovirus e o HIV 1 e 2 . Os envelopes são frágeis e podem ser rompidos pelo ozônio.
Na infecção por HCV a carga viral de contaminação é o principal fator de invasão e virulência do processo infeccioso. Trabalhos preliminares têm mostrado que o O3 reduz a carga viral e diminui significantemente as enzimas hepáticas, que chegam até a se normalizarem .
Na hepatite C , o modo mais eficazde se administrar o ozônio é pela autohemoterapia . Uma alíquota de sangue retirada do paciente com hepatite, é anticoagulada, colocada em contato com uma mistura de oxigênio / ozônio e então re-infundida. Este processo é repetido até se alcançar uma redução substancial da carga viral. As alíquotas variam de 50 a 300 ml e a frequência varia de acordo com o protocolo empregado, mas em geral é de 2 a 3 sessões por semana.
Possíveis mecanismos de ação antiviral
a- Desnaturação do virion pelo contato direto com o ozônio. Por este mecânismo é rompido o envelope de proteinas, de lipoproteinas , de lípide e de glicoproteinas. Essas moléculas apresentam numerosas duplas ligações o que a tornam muito insaturadas e deste modo altamente susceptíveis à oxidação pelo ozônio. As duplas ligações são reconfiguradas , a arquitetura molecular do envelope é modificada e desta forma se rompe. Sem o envelope o virion não se sustenta e não se consegue se replicar.
b- O ozônio gera peróxidos que alteram diretamente a estrutura do envelope viral. O local de ação mais provável do O3 é sobre os peplomeros, protuberâncias de glicoproteinas virais que se conectam aos receptores do hospedeiro. A alteração do peplomero impede a ligação e a penetração do virion nas células do hospedeiro. Os peróxidos gerados pelo ozônio possui um efeito anti viral prolongado, que é capaz de reduzir a carga viral do hospedeiro.
c- Efeitos imunológicos. O O3 aumenta a geração de citocinas pelos leucocitos , as quais aumentam a imunidade celular, aquela que age contra os vírus. Este efeito provoca uma grande diminuição dos virions circulantes.
d- O O3 provoca modificação estrutural do vírus o que provoca grave alteração da função viral , tornando-o não patogênico. Esta atenuação da função da partícula viral , provocada pela modificação do envelope viral e possivelmente também do seu genoma, modifica a patogenicidade do HCV e permite ao hospedeiro aumentar a sofisticação de sua resposta imune. A creação de vírus disfuncionais pelo ozônio nos oferece possibilidade terapêutica única. Pelo fato de existirem inúmeras variantes mutacionais no mesmo indivíduo , a creação de um espectro antigênico de virions enfraquecidos poderia provocar um estímulo específico do sistema imune, desenhando assim o que poderíamos chamar de auto vacina hospedeiro -específica.
O emprego de imunomoduladores , que estimulam a imunidade celular , a imunidade humoral e aumentam a função dos neutrofilos, linfocitos e monocitos, seriam muito benéficos, pois, agiriam como adjuvantes desta auto-vacina. A beta 1-->3 D glucana preenche as caracteríticas de um excelente adjuvante, e já foi empregada como tal em várias estudos em animais e humanos com excelentes resultados. A beta 1-3 D glucana , é um polissacarídeo extraído da parede celular de um fungo o Sacharomices cerevisae , e esta substância é muito mais que um adjuvante. São bem conhecidos os seus efeitos marcantes como viricida, bactericida e fungicida. Ela aumenta o número e a função dos macrofagos, linfocitos e monocitos , estimulando a imunidade celular e humoral, o que provoca o aumento da geração de anticorpos , e no caso em questão ela aumentaria a produção dos anticorpos hospedeiro - específicos.
A redução da carga viral pelo tratamento com ozônio alivia a fadiga do sistema imune. Os diversos mecanismos viricidas , como a desnaturação direta do virion, a alteração do peplomero, a formação de peróxidos de lípides e proteinas, a indução de citocinas, a ativação pan-humoral e a creação de uma auto vacina hospedeiro-específica, fazem do ozônio um arma muito poderosa contra o vírus HCV.
São necessários mais estudos, do ozônio como monoterapia ou como adjunto do regime terapêutico clássico da hepatite C
Os 13 Princípios Efeitos do Ozonio nos Seres Humamos
O Dr. Frank Shallenberger é considerado uma das maiores autoridades mundiais sobre o uso médico do ozone e os seus trabalhos mostram a importância deste tipo de estratégia no tratamento a longo prazo da AIDS e da Hepatite C. Para o pesquisador são 13 os efeitos mais importantes do ozônio quando se utiliza a Auto Hemoterapia Maior.
1- O ozônio aumenta a produção de glóbulos brancos do sangue.
2- O ozônio aumenta a oxigenação celular. Ele aumenta a flexibilidade e a elasticidade das hemácias, o que facilita a oxigenação dos tecidos. Este aumento da flexibilidade juntamente com o aumento da produção de 2-3 difosfoglicerato permitem que as hemácias liberem maior quantidade de oxigênio na microcirculação durante dias ou mesmo semanas após o tratamento com ozônio.
3- O ozônio aumenta produção de interferon gama, o qual inibe a replicação viral. O aumento chega a atingir a 400 - 900% em relação ao normal. O interferon aumenta a função das células fagocíticas, aquelas que engolifam e matam os vírus, as bactérias, os fungos e as células do câncer.
Os interferons são aprovados pelo FDA para o tratamento da Hepatite Crônica B e C, e outros tipos de viroses ( Papiloma vírus, sarkoma de Kaposi, doença gramlomatosa crônica )
4- O ozônio, aumenta moderadamente a produção de fator de Necrose Tumoral (TNF). O TNF é fabricado pelo corpo quando o tumor está crescendo. Pequenas quantidades de TNF estimulam a imunidade celular e aumentam as defesas contra o câncer. Grandes aumentos de TNF provocam uma reação inflamatória sistêmica com fraqueza geral, astenia, náuseas, diminuição do apetite e perda de peso.
5- O ozônio aumenta moderadamente a produção de interleucina-2 ( IL-2 ), pelos linfócitos T-helper.
A interleucina - 2 induz a proliferação e a diferenciação dos linfocitos, produzindo mais linfocitos T-Helper e linfocitos T-Citotóxicos.
6- O ozônio é bactericida por efeito direto. Poucas bactérias sobrevivem em atmosfera com 2% de ozônio.
7- O ozônio é eficaz contra todos os tipos de fungos, incluindo a Candida Albicans.
8- O ozônio é eficaz contra vírus, agindo de várias formas: ação direta, oxidando a "estrutura reprodutiva" e ação indireta estimulando a imunidade celular
9- O ozônio é antineoplásico. Ele inibe a reprodução celular possivelmente, porque as célulasneopásicas desviam a sua prioridade de divisão celular para a produção de enzimas antioxidantes de defesa que a protegeriam do excesso de oxigenação.
10- O ozônio oxida a placa arterial e pode ter um efeito de aumento de fluxo em pequenos vasos.
11- O ozônio acelera o ciclo dos ácidos tricarboxílicos, também conhecido como ciclo de Krebs o nosso grande produtor de energia (ATP).
12- O ozônio induz a produção de enzimas antioxidantes
13- O ozônio degrada petroquímicos e alguns agrotóxicos e pesticidas
Precauções na Técnica de Administração da Auto Hemoterapia
Na auto -hemoterapia não se deve usar frascos de vidro , re esterelizáveis, pois , na literatura médica já foram descritos 7 casos de transmissão de hepatite C com esse procedimento. Éimperioso o uso de material descartável , incluindo as bolsas de sangue , onde se faz a mistura do sangue do paciente com o ozônio.
( The Lancet: Greuel, R vol.347, feb 24,1996)
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